Que tipo de país podemos ter nós, se as forças de segurança dentro do seu domínio não são unidas???
Só existe um momento em que o são, quando se ouve uma comunicação a dizer "colega em apuros", aí nem que caia o Carmo e a Trindade, podemos ter 20 000 elementos, mas todos se transformam numa espécie de irmãos e convergem todos na mesma direcção.
Mas de resto cada um puxa a brasa à sua sardinha, e olha para o seu umbigo e nada mais.É triste mas é a realidade, os polícias não sabem a força que têm, não sabem jogar em equipa, por muita pena que eu tenha.
Cabe esse trabalho aos sindicatos, mas esses, dentro da sua capela, já puxa cada um para seu lado, quanto mais fora, praticam muitas das vezes uma modalidade cega de dizer mal uns dos outros, triste muito triste...
Vamos mudar isto, e senão estamos contentes com quem está à frente dos sindicatos, vamos para lá nós, não basta dizer mal.
Temos as assembleias gerais para expressar o nosso descontentamento, não fiquem em casa, o sindicato precisa de nós!
Existem elementos que dizem que não se sindicalizam porque existem muitos sindicatos, desculpa mais esfarrapada. São forretas, isso é que é a mais pura das realidades. Gastam centenas de euros em jogos para a playstation e para o pc, e não dão 5 ou 6 euros para a quota do sindicato. Devia ser obrigatório para todos os elementos serem sindicalizados, não pelos sindicatos mas, para sua própria protecção.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
sábado, 5 de julho de 2008
Consumo interno...
Todos nós devíamos escrever um livro, nem que fosse apenas como fazem alguns pequenos agricultores para consumo próprio.
Eu sinto que chegou o meu momento de começar a escrever e nunca mais parar, mas como em muitas coisas a família deve fazer parte desse momento, pois se vamos fazer a obra e se juntarmos a arte, ai sai uma obra de arte.
Esse livro será como mais um pilar nas nossas vidas, um pilar literário.
Muitas famílias desaparecem e nada fica sobre elas, assim ficam as palavras embebidas no amor que as uniu, os nomes os sorrisos as lágrimas, nada mais lindo do que saber descrever uma lágrima e o seu aspecto cristalino, ou um choro, deixando transparecer a magoa que penetrou dentro de um corpo vulnerável às pancadas da vida, às falsas amizades, aos falsos olhares.Existe alguém que consiga descrever uma verdadeira amizade, sem escrever no mínimo 200 páginas. Eu digo 200 porque só para descrever a palavra amizade são precisas pelo menos 100.
Por isso dizemos nós quando nos damos com alguém "tenho um vizinho, tenho um colega de trabalho ou do ginásio, com o qual costumo sair", temos medo de prenunciar a palavra amigo.Mas não pelo dizer, mas sim pela mágoa, pela dor de um dia o perder.
Por isso escrevam e pelo menos no vosso livro esse amigo nunca foge nunca os engana e estará sempre onde nós desejamos que ele esteja.
Eu sinto que chegou o meu momento de começar a escrever e nunca mais parar, mas como em muitas coisas a família deve fazer parte desse momento, pois se vamos fazer a obra e se juntarmos a arte, ai sai uma obra de arte.
Esse livro será como mais um pilar nas nossas vidas, um pilar literário.
Muitas famílias desaparecem e nada fica sobre elas, assim ficam as palavras embebidas no amor que as uniu, os nomes os sorrisos as lágrimas, nada mais lindo do que saber descrever uma lágrima e o seu aspecto cristalino, ou um choro, deixando transparecer a magoa que penetrou dentro de um corpo vulnerável às pancadas da vida, às falsas amizades, aos falsos olhares.Existe alguém que consiga descrever uma verdadeira amizade, sem escrever no mínimo 200 páginas. Eu digo 200 porque só para descrever a palavra amizade são precisas pelo menos 100.
Por isso dizemos nós quando nos damos com alguém "tenho um vizinho, tenho um colega de trabalho ou do ginásio, com o qual costumo sair", temos medo de prenunciar a palavra amigo.Mas não pelo dizer, mas sim pela mágoa, pela dor de um dia o perder.
Por isso escrevam e pelo menos no vosso livro esse amigo nunca foge nunca os engana e estará sempre onde nós desejamos que ele esteja.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Anónimo
Tal com a tonalidade deste texto sou um pouco misterioso, uma mistura de água com vento, abraçados num rendilhado de barro. Ou seja, sou um pouco moldável às situações que me envolvem mas, quando não me agrada o assunto desapareço com muita subtileza ou então pelo contrário, se gosto, deixo-me envolver, absorver...
Gosto de Inglaterra, do nevoeiro, do toque misterioso que esse pais me transmite, acho que é o sítio ideal para se falar, escrever,e até namorar. Talvez porque o clima também leva a que as pessoas andem mais agarradas, e eu, sempre gostei muito do contacto físico, muito mesmo!
Sei que algum dia alguém me vêm procurar tentar saber quem sou, não pela beleza das palavras mas, existe sempre alguém que gosta de saber quem escreve, muitas das vezes apenas para poder criticar olhos nos olhos... acho bem. Somos um povo muito despreocupado, o povo do deixa andar ou do deixa arder, que eu não sou bombeiro. Somos um povo de anónimos que não tentamos não o ser, como diz alguém, mas de outra forma temos que mostrar a nossa raça.
Ou então sou obrigado a não acreditar em todas aquelas histórias, sobre um povo que tinha o mundo a seus pés.
Pois agora apenas o que vejo é um par de chinelos anónimos e com a presilha partida, mas... deixa andar que eu não sou sapateiro!!!
Gosto de Inglaterra, do nevoeiro, do toque misterioso que esse pais me transmite, acho que é o sítio ideal para se falar, escrever,e até namorar. Talvez porque o clima também leva a que as pessoas andem mais agarradas, e eu, sempre gostei muito do contacto físico, muito mesmo!
Sei que algum dia alguém me vêm procurar tentar saber quem sou, não pela beleza das palavras mas, existe sempre alguém que gosta de saber quem escreve, muitas das vezes apenas para poder criticar olhos nos olhos... acho bem. Somos um povo muito despreocupado, o povo do deixa andar ou do deixa arder, que eu não sou bombeiro. Somos um povo de anónimos que não tentamos não o ser, como diz alguém, mas de outra forma temos que mostrar a nossa raça.
Ou então sou obrigado a não acreditar em todas aquelas histórias, sobre um povo que tinha o mundo a seus pés.
Pois agora apenas o que vejo é um par de chinelos anónimos e com a presilha partida, mas... deixa andar que eu não sou sapateiro!!!
quinta-feira, 3 de julho de 2008
O mundo no seu melhor!!!
Não sei mas gostava de saber, quantas vezes um Presidente de um país agradeceu a um agricultor, um carpinteiro, um bombeiro e porque também não posso esquecer a nossa força, um polícia, pelo trabalho prestado em prol do seu país.
Não marcamos golos, mas salvamos vidas, todos nós profissões esquecidas, trabalhamos de sol a sol e não nos queixamos, temos rugas de tanta preocupação, tantos turnos, temos as mãos gretadas pela pega áspera da enxada, da plaina...
De uma coisa nós temos a certeza, vamos para casa todos os dias a sentir que cumprimos a nossa obrigação para com o país. Jogamos muito mais que 90 minutos e temos quase sempre que ir a prolongamento.
E será que algum dia vejo o Presidente da Republica a abraçar o agricultor e a dizer "obrigado por matar a fome do nosso país"
Na sua simplicidade tenho a certeza que o agricultor não irá pedir para colocarmos um nabo em cada janela, mas sei que todos os dias continuará a dar o seu melhor.
Não marcamos golos, mas salvamos vidas, todos nós profissões esquecidas, trabalhamos de sol a sol e não nos queixamos, temos rugas de tanta preocupação, tantos turnos, temos as mãos gretadas pela pega áspera da enxada, da plaina...
De uma coisa nós temos a certeza, vamos para casa todos os dias a sentir que cumprimos a nossa obrigação para com o país. Jogamos muito mais que 90 minutos e temos quase sempre que ir a prolongamento.
E será que algum dia vejo o Presidente da Republica a abraçar o agricultor e a dizer "obrigado por matar a fome do nosso país"
Na sua simplicidade tenho a certeza que o agricultor não irá pedir para colocarmos um nabo em cada janela, mas sei que todos os dias continuará a dar o seu melhor.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Dr. Marinho Pinto
Não sei se o Dr. Marinho Pinto na outra encarnação foi cowboy, mas que gosta de disparar em todas as direcções gosta!
Desta vez o alvo foram os sindicatos de polícia, nem mais. Não deixa de ter razão em algumas partes da sua conversa, pois com os disparates que saem da boca de alguns elementos ligados aos sindicatos todas as pessoas se vêm no direito de poder criticar. E o nosso atirador não foge à regra, pena tenho eu por não existirem mais Marinhos dentro da nossa instituição.Onde estão os polícias dos secos e molhados???Com tanto tempo que passou já estão todos secos e sem energia para lutar mais, e os novos??? É só dizer que está mal, mudar o tempo para da reforma, o Sistema de Saúde...mas será que não estou eu a perceber ou anda tudo louco. Polícias com um, dois ou três anos de serviço, com saúde para dar e vender preocupados com estas situações,hahaha!!!!
Tanta coisa que os pode mover e preferem ficar a jogar playstation no sofá ou a ver o CSI, lutem, saiam de casa, juntem-se àqueles poucos polícias que se preocupam com a crise que atravessa a instituição! Não basta criticar, temos que todos juntos encontrar as soluções e depois talvez possamos dar umas ideias concretas a quem de direito.
Desta vez o alvo foram os sindicatos de polícia, nem mais. Não deixa de ter razão em algumas partes da sua conversa, pois com os disparates que saem da boca de alguns elementos ligados aos sindicatos todas as pessoas se vêm no direito de poder criticar. E o nosso atirador não foge à regra, pena tenho eu por não existirem mais Marinhos dentro da nossa instituição.Onde estão os polícias dos secos e molhados???Com tanto tempo que passou já estão todos secos e sem energia para lutar mais, e os novos??? É só dizer que está mal, mudar o tempo para da reforma, o Sistema de Saúde...mas será que não estou eu a perceber ou anda tudo louco. Polícias com um, dois ou três anos de serviço, com saúde para dar e vender preocupados com estas situações,hahaha!!!!
Tanta coisa que os pode mover e preferem ficar a jogar playstation no sofá ou a ver o CSI, lutem, saiam de casa, juntem-se àqueles poucos polícias que se preocupam com a crise que atravessa a instituição! Não basta criticar, temos que todos juntos encontrar as soluções e depois talvez possamos dar umas ideias concretas a quem de direito.
Excesso de folgas sindicais,ou mal utilizadas???
Até escrevo num tom rosa mas sem ser choque, para não ferir o sentimento dos "meninos" peço desculpa pela ousadia, que gostam do dia da família. Da família todos nós gostamos, mas esses falsos delegados sindicais, sim falsos, pois não podem ter outro nome vejam que até já mudaram o nome do crédito sindical, para dia da família. E são estes elementos agentes de autoridade, que deviam defender a verdade e os bons costumes. Tirar aquilo que devia de ser para ajudar os sindicatos a desenvolver um trabalho serio e digno do seu nome, junto dos associados,para ficar em casa, ir para a praia, casamentos e baptizados. Meus senhores com franqueza corram com estes elementos, precisamos de policias sérios!!!
Polícias aos molhos...
Se eu fosse pescador sabia onde estava o cardume, mas de quem é a culpa??
Será dos agentes, Chefes e oficiais que gostam de passear as suas calças bem engomadas e com mais vincos que o fato de um noivo, e as camisas lindas, azul claro. Falando das camisas, será que a ideia era tipo armadilha??? Para ver quando o elemento comia em serviço e uma nódoa marota saltava para a camisa!!!
Voltando ao tema, a culpa disto tudo é de quem os colocou a fazer este tipo de serviço!
Será que é preciso tirar um curso de Polícia, para estar atrás de uma secretária ou numa oficina a arranjar carros, fazer de jardineiro ou a servir cafés????
Temos sim que colocar nesses serviços civis ou elementos que deram tudo pela instituição e que agora as forças chegaram ao limite e infelizmente a idade não os deixa ir embora.
Meus senhores não queremos ver Polícias a patrulhar de bengala!!!
Mas só em Lisboa os que estão nesse tipo de serviços, davam para mais 50 esquadras.
Será dos agentes, Chefes e oficiais que gostam de passear as suas calças bem engomadas e com mais vincos que o fato de um noivo, e as camisas lindas, azul claro. Falando das camisas, será que a ideia era tipo armadilha??? Para ver quando o elemento comia em serviço e uma nódoa marota saltava para a camisa!!!
Voltando ao tema, a culpa disto tudo é de quem os colocou a fazer este tipo de serviço!
Será que é preciso tirar um curso de Polícia, para estar atrás de uma secretária ou numa oficina a arranjar carros, fazer de jardineiro ou a servir cafés????
Temos sim que colocar nesses serviços civis ou elementos que deram tudo pela instituição e que agora as forças chegaram ao limite e infelizmente a idade não os deixa ir embora.
Meus senhores não queremos ver Polícias a patrulhar de bengala!!!
Mas só em Lisboa os que estão nesse tipo de serviços, davam para mais 50 esquadras.
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